Sempre digo o Brasil, já esta com as patas no brejo, mas eu só vejo reclamação e nada mais ninguém oferecendo solução, ficam dizendo ou pensando ” O que fazer!”, contudo, as proximas eleições se avizinham temos que ter alternativas, a conta chegou a água podre e fétida já molha nossa bunda então, está na hora de opinarmos, e pelo menos, ficarmos atentos aos candidatos que mostrem um minimo plano de governo exequível e a minha opinião é dura: não se conserta uma sangria de trilhões com band-aid, discurso ou imposto novo. O Brasil precisa parar de tratar o Estado como um elefante pantagruélico com cartão corporativo infinito.
Um dado importante: a dívida já está acima dos 7 trilhões. A Dívida Pública Federal fechou abril de 2026 perto de R$ 8,8 trilhões, e a dívida bruta do governo geral já passa de 80% do PIB.
Minha visão:
1. Reforma política a mãe de todas-
Sem isso, o resto vira teatro. Reduzir fundo eleitoral, acabar com reeleição para cargos executivos, voto distrital ou distrital misto, cláusula de barreira real, menos partidos de aluguel, menos cargos comissionados e mais responsabilidade criminal e patrimonial para gestor público que arrebenta orçamento.
2. Reforma administrativa – cortar a gordura do monstro
Não é perseguir servidor sério. É acabar com penduricalhos, supersalários, privilégios, estabilidade automática para incompetente, aposentadorias especiais indecentes e máquina pública inchada. O Estado brasileiro custa como país rico e entrega como repartição abandonada.
3. Reforma fiscal – gastar menos antes de cobrar mais
O governo sempre olha para o bolso do povo como urubu olhando carniça. Antes de criar imposto, tem que revisar subsídios, renúncias fiscais, estatais deficitárias, emendas parlamentares sem controle e programas sobrepostos. Juros e déficit estão empurrando a dívida como enchente de rio bravo.
4. Reforma educacional – sem escola, não há nação
Educação tem que voltar ao básico: alfabetização, matemática, português, ciência, disciplina, mérito e formação técnica. Universidade não pode ser fábrica de militância ressentida. Escola pública precisa ensinar o filho do pobre a subir, não a odiar quem subiu.
5. Reforma da segurança – crime não pode ser poder paralelo
PCC, CV, milícias e corrupção policial não são “questões sociais” apenas; são ameaça ao Estado. Precisa inteligência financeira, fronteira vigiada, integração entre polícias, presídio sem celular, endurecimento contra reincidente violento e rastreamento do dinheiro sujo.
6. Reforma da saúde gestão, prevenção e fila decente –
O SUS é necessário, mas não maltratado por desperdício, fraude e politicagem. Tem que informatizar tudo, comprar melhor, medir produtividade, valorizar atenção básica, prevenção, diagnóstico precoce e parcerias bem fiscalizadas. Saúde sem gestão vira compaixão com buraco no bolso.
7. Infraestrutura – país sem estrada vira promessa atolada
Porto, ferrovia, hidrovia, saneamento, energia e internet. O Brasil precisa parar de ser um gigante carregando mercadoria no lombo. Infraestrutura boa reduz custo, atrai indústria e aumenta arrecadação sem esfolar o cidadão.
Em resumo, o Brasil não precisa apenas de ajuste fiscal; precisa de cirurgia. E sem anestesia ideológica. Primeiro estanca a hemorragia. Depois reconstrói o paciente. Hoje o Estado brasileiro parece aquele doente que come a própria carne e ainda culpa o espelho pela magreza. Bem tenho certeza que virão progressistas de plantão dizerem à mim, e o dinheiro para todas as reformas propostas? Respondo de pronto e só não roubar PORRA!
Erre eme!


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